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Polícia Federal vai em apartamento de Lucio Vieira Lima em busca de documentos em Salvador

Operação de busca e apreensão foi realizada para apurar a ligação do deputado federal Lúcio Vieira Lima com os R$ 51 milhões encontrados em um apartamento, na cidade de Salvador

Lúcio é deputado federal e também irmão do já preso Geddel Vieira Lima, ambos da Bahia. Foto: Youtube/Reprodução


A Polícia Federal já encerrou as buscas em três endereços relacionados ao deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) e ao secretário parlamentar Job Ribeiro Brandão, em Salvador. Os agentes apreenderam documentos e mídias no apartamento do deputado. A PF também vasculhou o gabinete de Lúcio na Câmara.


O apartamento residencial de Lúcio fica no prédio ao lado do edifício onde mora o irmão dele, Geddel Vieira Lima - preso desde setembro na Papuda, em Brasília, na Operação Tesouro Perdido, por suposta ligação com a fortuna de R$ 51 milhões em dinheiro vivo encontrada em um apartamento no bairro da Graça, na capital baiana, que ficou conhecido como o "bunker" de Geddel.


As buscas se estenderam à casa do secretário parlamentar de Lúcio porque os peritos criminais federais encontraram em parte do dinheiro suas impressões digitais. A PF ainda não sabe a origem e o destino que seria dado ao tesouro atribuído a Geddel.


As suspeitas sobre Lúcio ganharam força a partir do depoimento do empresário Silvio Antonio Cabral da Silveira, dono do bunker. Ele disse que o irmão de Geddel pediu o apartamento emprestado para "guardar pertences" do pai falecido. Os federais encontraram no bunker, ainda, um recibo em nome de Marinalva Teixeira de Jesus, funcionária do parlamentar.


Em 13 de setembro, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal de Brasília, decidiu remeter ao Supremo a investigação sobre o "tesouro perdido" de R$ 51 mi, atribuído ao ex-ministro.


O magistrado alegou em sua decisão que "há sinais de provas que podem levar ao indiciamento" do deputado Lúcio Vieira Lima. Conforme a Constituição, congressistas têm foro por prerrogativa de função e só podem ser alvo de inquéritos criminais que tramitem na Corte

Por AE
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