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Corrupção: Justiça cassa mandado de três vereadores e o diploma de um suplente em Caetité


Caetité: Justiça cassa mandado de três vereadores e o diploma de um suplente

                                                         Foto: Reprodução / TRE

  O presidente e outros dois vereadores da Câmara Municipal de Caetité, no Sertão Produtivo, terão seus mandados cassados por determinação judicial após apuração de uma denúncia de compra de votos. A sentença, que anulou o mandado de Arual Rachid, Deyvison Silva Barbosa Andrade e Moacir José dos Santos, foi publicada no Diário Oficial da Justiça nesta terça-feira (14). De acordo com a Justiça Eleitoral, as provas acolhidas vãs desde a distribuição de caixas d'água, cimento, perfuração de poços artesianos, abertura de poços e aguadas, remédios, entre outros, que configuram uma ação de compra de votos em favor da coligação “Vamos Governar Juntos”, na qual os vereadores concorreram nas eleições de 2016. Os votos obtidos por eles serão subtraídos da coligação, o que altera a composição das cadeiras da Câmara do município. Foi imputada aos vereadores uma multa de 10 mil Unidade Fiscal de Referência (Ufir), que é de cerca de R$30 mil. Outra denúncia, contra o ex-vereador Nilo Joaquim de Azevedo, foi considerada procedente. Nilo teria praticado uma conduta similar a favor do candidato apoiado no último pleito, Sidney. Para ele, foi determinada a ilegibilidade nos próximos oito anos e instituída também uma multa de 10 mil Ufir. Juiz da 63ª Zona Eleitoral, que determinou as sentenças, José Eduardo Brito explica que as ações praticadas pelos condenados caracterizam a captação ilícita de sufrágio e também se configuram como abuso de poder econômico e político a favor da coligação “Vamos Governar Juntos”.



Por TRE

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