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Crise hídrica em Vitoria da Conquista.

Toda cúpula da empresa, além do secretário estadual do Meio Ambiente, estará em Vitória da Conquista, neste dia 13, para coletiva de imprensa.
fonte_blogdomarcelo| Redação.BDM
O presidente da Embasa, Rogério Cedraz, o diretor de Operação do Interior, Ubiratan Matos, o diretor de Segurança Hídrica da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), Marcelo Abreu, e o Secretário de Meio Ambiente do Estado da Bahia, Eugênio Spengler, estarão em Vitória da Conquista, na manhã da próxima segunda (13)
Objetivo é apresentar as medidas visando garantir a continuidade do abastecimento de água, diante do agravamento da estiagem e da consequente redução da disponibilidade hídrica nas bacias dos rios Catolé, Água Fria e Monos. Estarão presentes ainda, a recém-nomeada gerente regional, Kelly Galvão, o gerente do escritório local, Álvaro Aguiar, e técnicos da área operacional.
Em coletiva de imprensa, os gestores vão apresentar e detalhar as ações planejadas e executadas pela Embasa e pela Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SHIS), como a instalação de novos equipamentos para ampliar a capacidade de captação de água diretamente do rio Catolé. O encontro acontecerá às 9h, no Auditório Rio Pardo (Unidade Regional da Embasa/Av. Siqueira Campos, nº. 610). Já o secretário de Meio Ambiente vai apresentar as medidas que estão sendo tomadas pelo Governo do Estado para disciplinar o uso da água na bacia hidrográfica do rio Catolé.
Neste período de racionamento, o Sistema Integrado de Abastecimento de Vitória da Conquista, que também atende a cidade de Belo Campo, foi dividido em dois grandes grupos, com o fornecimento de água acontecendo a cada três dias. A oferta de água foi reduzida em 37,5% e o volume distribuído diminuiu de 48 milhões de litros, por dia, para 30 milhões.
Decorridas as três semanas do início do racionamento, a Embasa constatou que a população não se adaptou à nova realidade e o consumo de água, em alguns pontos da cidade, aumentou por causa do armazenamento inadequado por uma parcela de usuários que não adotaram práticas de consumo racional. Essa situação tem afetado a distribuição equânime para outros locais da cidade. O esforço da Embasa para garantir a continuidade do fornecimento de água depende da compreensão e contribuição direta da população, tanto na redução do consumo, quanto para informar vazamentos e denunciar o uso clandestino de água. (Ascom . Embasa)


Por:Blog do Marcelo

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