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Número de mortos por ebola na África sobe para 1.350, diz OMS

Entre 17 e 18 de agosto, houve 106 mortes em Guiné, Libéria e Serra Leoa.
Na Libéria, protesto de moradores de bairro em quarentena deixa feridos.

Do G1, em São Paulo
 Moradores fogem durante protesto no bairro de West Point, em Monróvia, capital da Libéria; bairro foi colocado em quarentena por causa de ebola (Foto:  Reuters/James Harding Giahyue) Moradores fogem nesta quarta-feira, durante protesto no bairro de West Point, em Monróvia, capital da Libéria; bairro foi colocado em quarentena por causa de ebola (Foto: Reuters/James Harding Giahyue)
O número de mortos pelo surto de ebola na África Ocidental subiu para 1.350, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira (20), com 106 novas mortes registradas entre 17 e 18 de agosto em três países. As infromações são da agência Reuters.
A agência de saúde da ONU disse que 221 novos casos suspeitos, prováveis ou confirmados do vírus foram registrados em Guiné, Libéria e Serra Leoa no período de dois dias.
Manifestações
Nesta quarta-feira, confrontos de moradores da capital da Libéria, Monróvia, com o exército resultaram em ao menos quatro feridos, de acordo com a AFP. O bairro West Point, da capital, foi colocado em quarentena em razão da epidemia de ebola, o que gerou protestos dos habitantes.
Os incidentes começaram quando policiais foram retirar uma representante do Estado que reside no bairro com sua família, provocando protestos dos habitantes. Após utilizar gás lacrimogêneo para dispersar a multidão, os soldados abriram fogo, ferindo quatro pessoas, segundo as mesmas fontes. Ainda não há informações oficiais sobre o estado dos feridos.
A funcionária, Miatta Flowers, é a representante do Estado em West Point, de 75 mil habitantes, colocado em quarentena desde terça-feira à noite pela presidente Ellen Johnson Sirleaf, assim como Dolo Town, no sul da capital.
Mais cedo, os habitantes de West Point reagiram com pedras e gritos contras as autoridades ao isolamento por um cordão de militares e policiais armados, segundo testemunhas.
"É desumano o que esta mulher esta fazendo. Ela não pode nos prender subitamente sem nos avisar, como nossas crianças vão comer?", declarou à AFP por telefone um habitante local, Patrick Wesseh.
Em um discurso terça-feira à noite, Sirleaf decretou, a contar a partir de quarta-feira, um "toque de recolher de 21h às 06h". A presidente também ordenou "o fechamento de todos os centros de lazer a partir das 18h".

por:G1.com.br

 

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