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Via Bahia arrecada cerca de R$ 12 milhões por mês. Bancada de oposição entra com liminar para suspensão do aumento de pedágio



Após alegar que a Via Bahia fará um investimento de R$ 2,2 bilhões nas Brs 324 e 116 nos 25 anos de concessão das vias, o diretor superintendente da concessionária, José Carlos Navas revelou, em resposta ao questionamento do deputado Carlos Geilson (PTN), que a arrecadação mensal varia em média de R$ 10 a 12 milhões.

O debate aconteceu durante audiência entre a Via Bahia e a Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (14). A maioria dos deputados presentes manifestaram contrariedade ao reajuste, já em vigor, dos valores cobrados nas praças de pedágios pela empresa. Ainda hoje os deputados de oposição entraram com liminar na Justiça para suspensão do aumento.

Segundo o superintendente da Via Bahia, o reajuste se deve ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e acontecerá anualmente, a cada sete de dezembro. “O superintendente diz que o aumento está embasado em um contrato, mas um contrato de compadrio entre o governo a Via Bahia. Por isso, a concessionária tem essa força toda, para diante de uma insatisfação geral encontrar argumentos inconcebíveis para correção monetária”, protestou Geilson.

Para o deputado, é um deboche da Via Bahia reajustar preços do pedágio, enquanto cumpre decisão da Justiça Federal, que determinou em novembro prazo de 60 dias para a concessionária fazer melhorias emergenciais na BR-324, devido a péssimas condições da via.

“Antes de haver reajuste, é necessário que haja qualidade nos serviços prestados. Não tem a mínima condição de pagar pedágio em uma estrada onde enfrentamos longos engarrafamentos por falta de drenagem, onde na primeira chuva a pista enche de buracos. Temos rodovias na Bahia, como a Estrada do Feijão, em condições muito melhores que a BR 324 e 116 e não pagamos pedágio”, acrescentou.

Via Resenha Geral

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